
Crise e desemprego levam brasileiros a investir em microfranquia de turismo
CEO da Flyworld Viagens explica as vantagens desse tipo de negócio e dá dicas para quem quer empreender no segmento.
A crise econômica, a diminuição da renda do trabalhador e a alta da taxa do desemprego, que já atinge mais de 11% da população, estão levando muitos brasileiros ao empreendedorismo. Segundo dados do Serasa Experian, no primeiro semestre deste ano, foram criadas mais de um milhão de empresas em todo o país.
O ramo de turismo tem acolhido parte destes novos empresários que vislumbram na área a oportunidade ideal para uma recolocação profissional imediata. Ao investir suas reservas ou parte do FGTS para se tornarem donos do próprio negócio, esses empreendedores optam por soluções que possuem demanda crescente e constante mesmo em um cenário de incertezas econômicas.
É o caso das microfranquias home based. Com investimento inicial a partir de R$ 10 mil e sem a necessidade de um ponto comercial, o modelo de negócio que promete rápido retorno financeiro é um dos que mais cresce no Brasil. Em 2010, havia 50 redes neste formato. Hoje, são mais de 500 marcas, que correspondem por 6% da receita total do franchising nacional.
De acordo com o CEO da Flyworld Viagens – considerada a primeira microfranquia de turismo do Brasil –, Paulo Atencia, muitos viram nesse tipo de negócio uma saída para driblar a crise. “Realmente, há um aumento na procura pelas microfranquias, pois quem ficou desempregado e ainda não conseguiu se recolocar enxerga nesse formato uma grande oportunidade para empreender”, afirma.
Ainda para o executivo, a área de turismo é uma das que mais crescem no Brasil. “Neste ano, a perspectiva neste segmento é positiva. E mesmo num momento conturbado, os serviços neste nicho estão em alta. Um bom exemplo é a expansão da nossa rede: até dezembro, vamos inaugurar 12 unidades da Flyworld Viagens, chegando a 60 em todo o país”, destaca. Atualmente, a marca conta com 47 operações nas cinco regiões brasileiras.
Para quem ainda está em dúvida se deve ou não investir suas economias ou parte do seguro desemprego em uma microfranquia de turismo, Paulo Atencia dá dicas valiosas sobre o negócio. Confira:
- BAIXO INVESTIMENTO
É possível investir na Flyworld Viagens, ter o próprio negócio e garantir a mesma rentabilidade de uma franquia convencional a partir de R$ 14.800 para cidades com até 50 mil habitantes;
- SEM ALUGUEL
O formato home based permite ao empreendedor economizar com o aluguel do ponto comercial e com a contratação de uma equipe. Além disso, permite mais organização dos seus horários e estimula o convívio familiar;
- OPERAÇÃO FÁCIL
A administração do negócio pode ser realizada em casa e a rede oferece todo o suporte para a gestão da microfranquia;
- RÁPIDO RETORNO
Em média, é possível recuperar o investimento inicial a partir dos seis meses do início da operação. Vai depender da dedicação e da administração de cada franqueado;
- NETWORKING
Rede de contatos é essencial em qualquer negócio. Em turismo, não é diferente, aliás, é fundamental para a consolidação da empresa. Amigos, parentes e conhecidos são o caminho do crescimento e das vendas constantes desde o início do negócio, por isso, é preciso investir também em networking.
Sobre a FLYWORLD BRASIL VIAGENS E FRANQUIAS:
Considerada a primeira microfranquia de turismo do Brasil, a Flyworld foi fundada em 1997, na cidade de Campinas, no interior paulista, por Paulo Atencia, com mais de 30 anos de experiência no ramo de turismo. Por meio do modelo home based, que não necessita de um ponto comercial, a rede oferece oportunidades para o empreendedor que busca um negócio de baixo investimento e com rápido retorno. Atualmente, a Flyworld conta com 47 unidades em todo o território nacional.
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Fontes:
Texto: dezoito
(Por Gabriela Conde)
Foto: Divulgação
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