Empreender em microfranquias com o 13º pode ser boa oportunidade de investimento para a classe C

 

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Segundo especialistas, modelo de negócio é testado e seguro, mas exige cautela na escolha do segmento e capital para arcar com todos os custos iniciais.

 
Grande parte das empresas brasileiras têm até o dia 30 de novembro para pagar a primeira parcela do 13º salário ao trabalhador, que geralmente é usado para adquirir bens ou arcar com despesas do fim do ano. Mas saiba que reservar o dinheiro do 13º salário para investir em um negócio próprio é mais vantajoso e rentável do que pagar contas.

Segundo Cláudio Rodrigues, consultor e coach financeiro da Fit Finance, usar o 13º salário é uma boa oportunidade para o trabalhador da classe C empreender, mas desde que disponha de capital suficiente para arcar com todos os custos iniciais. Além disso, se não se dedicar, o retorno pode ser inferior ao desejado.

“Usar o 13º para investir no próprio negócio é muito bom, desde que esteja dentro das devidas proporções, afinal, estamos falando apenas de um salário a mais. O trabalhador precisa escolher um bom segmento e ter capital para criar sua estrutura mínima de trabalho. Ele também precisa se dedicar, empreender requer empenho  e dedicação. Qualquer demanda precisa ser muito bem calculada antes de realizar qualquer investimento”, explica o especialista.

Dentre as opções disponíveis para o trabalhador investir o 13º salário, microfranquias de serviços e negócios online são as mais acessíveis. “As microfranquias de serviços são modelos já validados, o trabalhador já tem todo o material pronto, inclusive a criação de identidade visual para o produto e serviço, ou seja, já tem o pacote completo para começar a trabalhar”, comenta Cláudio.

Para Raissa Urbano, CEO da Descompplica, microfranquia de serviços exclusivos da classe C com investimento inicial de até R$ 279, usar o 13º salário para empreender é uma boa oportunidade de investimento para o trabalhador, justamente pelas opções de baixo investimento. Segundo ela, existe uma mudança de comportamento no trabalhador da classe C, que está sendo mais ousado na hora de investir, mas ainda assim preza o retorno a curto prazo.

“Vejo uma mudança na classe C, os trabalhadores estão com garras para empreender, isso graças ao surgimento de modelos de negócios com baixo custo, que oferecem retorno financeiro quase que imediato, assim como as microfranquias. O trabalhador quer empreender, mas precisa ter certeza de que está investindo o seu dinheiro em algo que ofereça ganhos a curto prazo”, comenta.

Segundo levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising), houve um crescimento no setor de franquias e microfranquias em 6,1% no 3º trimestre de 2019, quando comparado ao mesmo período no ano passado. O segmento com maior desempenho foi o de alimentação.

“ O trabalhador quando busca empreender em franquia, pesquisa segmentos confiáveis, e alimentação é algo que vende bem. Esse foi um dos fatores de crescimento no último trimestre nas franquias do segmento, pois é algo fácil de se trabalhar e que passa confiabilidade ao investidor”, comenta Leonardo Silva, CEO da Belga Mix, uma microfranquia de alimentação que obteve crescimento de 25% em 2019.

Para Leonardo, usar o 13º salário para investir em uma microfranquia de alimentação é boa oportunidade para gerar renda de curto a médio prazo, mas além do salário, também é preciso ter uma quantia inicial reservada para dar entrada no negócio.

“Usar o 13º para investir em uma microfranquia de alimentação é uma boa oportunidade para gerar renda de curto a médio prazo ao trabalhador, independente da classe social. Mas além do 13º, ele precisa ter uma quantia reservada para os gastos com a implantação do negócio. Investir em uma microfranquia de alimentação hoje custa em média R$ 18.900,00, sendo que apenas 60% desse valor é parcelado, o restante precisa ser pago a vista”, explica.

Ter uma quantia reservada, além do 13º salário, nem sempre é a realidade de muitos. Sendo assim, existem modelos de microfranquias que disponibilizam suporte para quem quer trabalhar de casa e economizar na hora de investir. Segundo dados da ABF, a participação das unidades franqueadas home office passou de 4,9% para 6,7% em 2019.

Para Bruno Bronetta, CEO do Grupo TSValle, microfranquia de seguros que oferece o modelo de trabalho home office, empreender com o 13º é uma ótima oportunidade de investimento para o trabalhador da classe C, desde que não haja dívidas pendentes e ele esteja confiante com o modelo de negócio escolhido.

“Investir em microfranquia com o 13º é uma ótima oportunidade se o empreendedor estiver num momento ‘ok’ com suas finanças. Ao invés de aplicar em outras aplicações seguras, como poupança, tesouro direto ou CDB/CDI, por exemplo, empreender em um negócio próprio pode trazer mais rentabilidade”, explica.

Com um investimento total no valor de R$ 8900, além de trabalhar de casa, o franqueado da TSValle poderá parcelar o valor investido em até 10 vezes. Micro franquias que oferecem a modalidade home office, não concentram as áreas administrativas e operacionais nos franqueados, deixando-os apenas responsáveis pela venda de produtos e serviços.

“Normalmente as franqueadoras que concedem modelo home office possuem áreas administrativas e operacionais próprias para que os franqueados possam focar apenas nas vendas do negócio. Sendo assim, toda parte burocrática, incluindo marketing, financeiro, compras e suprimentos fica com a empresa. Por essa e outras facilidades é que o modelo de microfranquia é bem absorvido, seja como um negócio próprio ou complemento de renda” finaliza Bruno.

A designer de interiores, Viviane Rocha, 43, viu na microfranquia uma oportunidade de geração de renda extra, “Eu sempre busquei complementar a minha renda. Trabalhava como designer e decidi optar por uma microfranquia home office que me oferece ganhos extras sem a necessidade de sair de casa. Hoje me dedico só a isso e estou muito satisfeita com o resultado”, comenta.

Viviane conta que além de investir parte de seu 13º salário teve que ter determinação e confiança no modelo do negócio escolhido, principalmente no começo, onde a dedicação precisou ser dobrada, “Não é fácil, no começo eu conseguia conciliar os dois empregos da melhor forma. Mas as coisas foram crescendo e precisei acreditar no modelo de negócio, tive que ter foco e determinação. Hoje sei que valeu a pena, estou seguindo firme e forte na conquista dos meus objetivos, que só me custou tempo de trabalho e parte do meu 13º salário”, finaliza.

 

 

Fontes:
Texto: DESCOMPLICA
(Por Rodrigo Coutinho)
Foto: Divulgação

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